22/11/2009
When I grow up I want to be one of the harvesters of the sea…
…I think before my days are done / I want to be a fisherman.
17/11/2009
O que eu joguei

16/11/2009
Sobre Fotografia, Vídeo, Impresso-Digital e pontos de partida
Há alguns meses tive oportunidade de fotografar com uma câmera Nikon D90. Taxada pelo fabricante como “a primeira D-SLR do mundo com filmagem em alta definição (HD)”, o equipamento impressionou e me fez pensar em qual rumo iríamos com a possibilidade de filmar/fotografar através do mesmo aparelho.
Atualmente aposto que uma boa tendência para o futuro é a apropriação do vídeo pelos fotógrafos. A conferência da Online News Association aconteceu no início de outubro deste ano e anunciou que 95% do conteúdo online deve ser vídeo em 2012. Algumas possibilidades podem ser exploradas a partir dessa projeção, como Wayne Ford, editor de arte do jornal britânico The Observer, demonstrou em um breve artigo publicado no site Black Star. Os fotógrafos devem buscar a valorização do próprio produto através das novas tecnologias, como ensaios multimidia, notas de texto sobre a imagem ou hibridismos vídeo-foto.
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O New York Times vem publicando semanalmente a série “One in 8 million” desde janeiro desse ano. A ideia é simples e concilia perfis em áudio de novaiorquinos desconhecidos com ensaios fotográficos. Escutar o relato na voz das próprias personagens em um áudio limpo faz as imagens transbordarem humanidade.
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De custo menor do que as câmeras HD, a RED faz imagens de uma qualidade monstruosa (um artigo definitivo sobre o equipamento pode ser lido na Wired), além de captar sequências em 120 frames por segundo, por exemplo, com total nitidez e uma quantidade assombrosa de detalhes.
O fotógrafo Alexx Henry foi chamado para fazer um ensaio fotográfico para a revista Outside. Levou uma câmera de vídeo RED e decidiu escolher um frame entre os milhares que filmou.
Alexx Henry não ficou satisfeito e produziu um vídeo relacionando a nova tecnologia com os avanços em e-ink – como naquela capa animada da revista Esquire, no ano passado. No futuro, as bancas de revista seriam recheadas de capas em motion design. A relação entre informação e imagem se tornaria ainda mais complexa no material impresso-digital.
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O último trabalho foto-vídeo que me chamou atenção foram três imagens exibidas pelo fotojornalista Gustavo Pellizon.”Fotografias que respiram” são fotos filmadas. Causam estranhamento e são mágicas. Mesmo tímido, esse trabalho do Pellizon abre caminho dentro da fotografia.
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Uma provável crise da fotografia, o avanço do vídeo, surgimento de novos suportes… Sem a certeza da direção para onde caminhamos, ao menos essa postura de criar pontos de partida através de experimentações deve se manter sólida para quem trabalha com fotografia e imagem.
09/11/2009
Os 74 pingos no i lusitano de inovação
Toca o coração de um estudante de jornalismo ver o vídeo que o @alansantiago me enviou como dica da manhã. O jornal I, de Portugal, apresenta um pouco sobre sua redação e mostra uma pequena parcela da força que move a inovação deste periódico.
Já tinha lido um bocado sobre ele no Innovations in Newspapers, além do @nevesneto elogiá-lo bastante. É tido como “o caviar do jornalismo” no mundo – e segue como exemplo de que há chances pra um possível jornalismo piauí diário. Como dizem os jornalistas entrevistados no vídeo: é cansativo, muito mais cansativo, mas com inovações a cada dia.
Segue pra quem quiser: uma entrevista com Nick Mrozowski, o editor de arte; e dois posts do Innovations in Newspapers (aqui e ali) para se respeitar a proposta deste português elegante.
De brinde: o manifesto do I.











